Políticas de reconhecimento identitário buscam compensar desigualdades históricas por meio da garantia legal de benefícios e proteções específicas para determinados grupos sociais, como ações afirmativas, legislação protetiva específica e mecanismos de representação política.
Por outro lado, políticas de universalismo cívico buscam reduzir progressivamente distinções identitárias na esfera pública por meio da ampliação de uma cidadania politicamente uniforme. Exemplos desse tipo de política incluem a remoção de marcadores identitários de documentos oficiais, restrições ao uso de categorias identitárias em campanhas políticas e o não reconhecimento estatal de determinadas classificações sociais.